Decidiste dirigir-te a mim, para obteres respostas ás perguntas que fizeste antes de voltarmos costas e seguirmos caminhos opostos.. Não pediste mais nada a não ser isso e que assim que o fizesse me deixarias em paz. Não há nada de fácil no que toca ao ínicio, e muito menos ao fim de algo que poderia ser bom. Para perfeito bastava se fosse prefecionista, se tu fosses prefecionista não querendo dizer que somos bastante distintos, porque tentas expirar o fumo que consomes e eu acabo por o inspirar, que na cor que restava no meu interior decidiste que farias outro desenho só para o poderes voltar a colorir á tua maneira.. Estou constantemente farto de utilizar os mesmos adjetivos para nos descrever, individualmente, porque tu já foste tudo e agora és tu, e eu já fui tudo e agora sou apenas eu, como é hábito. Não direi que sou nada quando dei motivos para aprenderes a sorrir, tal como dei para te isolares no teu canto e chorar. Que cada lágrima pesava mais que a vontade de dormir por isso fazias maratonas, acordada, perdida em pensamentos e em emoções, sem direito a pausas, para que quando te lembrasses novamente mim, que a resposta fosse: não sei, não cheguei a conhecer-te realmente.
Porque não havia lugar para o nosso pensar, e a pensar apenas fiquei eu..
Foi quando "nós" ficamos apenas um..
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